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Intel: se não vacinar, não trabalha e não recebe

Com a proliferação acelerada da variante ômicron do novo coronavírus, algumas empresas apertam o cerco contra os funcionários que ainda não estão vacinados. Em nota, a Intel informou que seus empregados têm até o próximo dia 4 para se imunizar –ou apresentar um atestado de isenção da vacinação, por motivos médicos ou religiosos, informa o portal The Verge.

Quem não cumprir a determinação será colocado em dispensa, não remunerada, por pelo menos três meses. No memorando de 7 de dezembro, Christy Pambianchi, chefe de RH empresa, disse que, mesmo em casa, terão de se submeter a testes semanais, para a detecção do SARS-CoV-2.

As exigências da Intel estão de acordo com a decisão do governo Joe Biden, de novembro passado, segundo a qual as empresas com mais de cem funcionários devem garantir a imunização de seus empregados. Na ocasião, apenas 60% dos americanos estavam com o esquema vacinal completo. Atualmente, a variante ômicron está associada a sete entre dez casos de covid-19. A primeira morte pela nova cepa, nos Estados Unidos, foi registrada no início desta semana, no Texas –um homem entre 50 e 60 anos, não vacinado.

Outras empresas seguem os mesmos passos

Enquanto os tribunais americanos ainda avaliam se mandatos pela obrigatoriedade da vacina, como proposto pela Casa Branca, são constitucionais, várias companhias começam a impor medidas de repressão aos funcionários que recusam a imunização.

O Google, por exemplo, adotou medida semelhante à da Intel. O prazo para apresentação do comprovante ou certificado de isenção é até 13 de janeiro. Os funcionários não imunizados serão colocados em licença administrativa, por 30 dias. Terminado esse período, quem ainda insistir em não receber o imunizante deve entrar em licença não remunerada, sob o risco, inclusive, de ser desligado da companhia. O Facebook e a Microsoft também exigem que seus funcionários sejam vacinados antes da reabertura de seus escritórios.

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FONTE: EPOCANEGOCIOS

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